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4G vai demandar instalação de 9,5 mil antenas até a Copa


Torres serão implantadas nas 12 cidades que vão sediar jogos. Serviço começa a funcionar no país em abril de 2013.



A operação do serviço de telefonia e internet móvel de quarta geração (4G) nas 12 cidades brasileiras que vão sediar jogos da Copa de 2014 demandará a instalação de 9.556 antenas, informou nesta segunda-feira (25) o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil).

Segundo a instituição, que representa as operadoras de telefonia do Brasil, para cumprir essa meta será necessária a implantação de cerca de 30 torres por dia até lá. O SindiTelebrasil alega, porém, que as empresas “vem encontrando obstáculos” para realizar a tarefa devido a leis municipais que restringem a expansão de antenas de celular.

Por conta das características da faixa de frequência que será usada no 4G no Brasil (2,5 GHz), o serviço vai exigir de duas a três vezes mais antenas do que a telefonia e internet móvel de terceira geração (3G).

Telefônica/Vivo, Oi, Claro e TIM, que arremataram os lotes nacionais do 4G leiloados em junho do ano passado, firmaram compromisso com o governo para que o serviço esteja disponível a partir de abril nas seis cidades onde serão realizados os jogos da Copa das Confederações e, até dezembro de 2013, em todas as cidades-sede da Copa de 2014.

Já está em tramitação no Congresso um projeto de lei do governo federal que pretende unificar as regras para instalação de antenas de celular no Brasil. O SindiTelebrasil defende a iniciativa. Segundo a entidade, uma lei nacional para o setor vai facilitar a implantação de infraestrutura voltada para a telefonia móvel no país.

Operadoras estão entre as empresas com mais reclamações no Procon em 2012




O Procon divulgou a lista de empresas com o maior número de reclamações registradas ao longo de 2012. E enquanto vemos uma dança das cadeiras, com alguns empresas sairem da lista e outras entrarem, há sempre um setor que parece ter conquista um posto fixo entre as primeiras colocações: as operadoras de telefonia móvel.
A Claro aparece em 2º lugar no ranking, a Vivo/Telefónica em 4º, Oi em 8º e TIM em 11º. Os bancos também registraram enorme número de reclamações, o que conferiu ao Itau Unibanco o posto de líder desse ranking de 2012. O Bradesco ainda aparece em 3º lugar, Banco Votorantim em 6º e Santander em 10º.


É interessante notar a presença de lojas de baixa reputação, como aPlugImportados, que aparece em 26º, à frente de empresas como Nokia, TAM, Gol e Volkswagen, que certamente possuem um número de clientes bem superior; e Compre da China, Apetrexo e Planeta Bônus, todas lojas online que você provavelmente não deveria confiar. Na verdade, apenas a Compre na China continua no ar.
Por fim, vale destacar as empresas que saíram desse ranking, como a Positivo, HP, Semp Toshiba e Samsung, com quedas significativas no número de reclamações. O ranking completo você confere aqui.

Já está valendo: ligações sucessivas são tarifadas como uma única chamada



Já está valendo a partir de hoje a nova regra da Anatel a respeito de ligações sucessivas para um mesmo número. Independente de qual seja sua operadora, esse tipo de ligação será considerada como uma só.
Isso significa que, se sua chamada for interrompida, por qualquer motivo que seja, como queda de sinal por exemplo, você pode ligar novamente e essa nova chamada seja considerada como parte da primeira.
A medida é especialmente importante para clientes de planos como o Infinity da TIM, que cobram por ligação e não pelo tempo da chamada. A Anatel chegou a acusar a TIM de derrubar ligações propositalmente, para cobrar uma nova tarifa. Recentemente, no entanto, a agência retirou as acusões.
Anteriormente, o cliente precisava pagar outros R$ 0,25 cada vez que a ligação era feita, mesmo que fosse por problemas originados da operadora. Agora, seja qual for o motivo da queda, o cliente não será taxado novamente pela ligação sucessiva.
A única limitação é que a nova chamada precisa ser feita em um intervalo menor do que 2 minutos para ser considerada "sucessiva". Se passar o prazo, será considerada uma nova chamada.

3G e 4G

Vivo e Claro também compartilharão redes 3G e 4G





Depois de TIM e Oi confirmarem o plano de compartilhamento de redes para acelerar a implementação do 4G no Brasil, Claro e Vivo também anunciaram que devem seguir um caminho semelhante.
Claro e Vivo firmaram um acordo válido por três anos - relativamente curto, quando falamos em um plano que envolve infraestrutura complexa e cara, como esse. As duas operadoras dividirão suas redes atuais, com cada uma delas se comprometendo afazer investimentos necessários para manutenção e operação das redes.
O acordo, no entanto, não inlcui o compartilhamento do espectro e equipamentos 3G e 4G, que continuará sendo administrado por cada operadora. Isso significa que clientes da Claro não poderão se conectar à rede da Vivo, como numa espécie de "roaming local", e vice-versa.
O compartilhamento de redes parece ser uma tendência no Brasil. Ele traz benefícios econômicos e aumentam a velocidade de implementação do 4G, algo de extrema importância na corrida contra o tempo com a proximidade da Copa das Confederações e Copa do Mundo.

Tim - Planos para 2013




O conselho de administração da TIM vai propor aos acionistas a aprovação de um orçamento de R$ 3,6 bilhões para investimentos em 2013, valor pouco superior aos R$ 3,4 bilhões aplicados no ano passado. Segundo informou a companhia, 92% desse total será investido na evolução de suas redes de telecomunicações e 8% serão aplicados no desenvolvimento de negócios. A proposta da companhia inclui investimentos nas redes de telefonia de segunda, terceira e quarta gerações (2G, 3G e 4G), fibra ótica, infraestrutura de redes e no lançamento do serviço de banda larga fixa residencial em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os investimentos serão feitos com recursos próprios e financiamentos. Em dezembro de 2012, a TIM obteve um aumento no limite de crédito com o BNDES de R$ 1,5 bilhão para R$ 3,67 bilhões. O plano de investimentos aprovado recentemente pela TIM para o período de 2013 a 2015 totaliza R$ 10,7 bilhões. Do total de recursos, 90% serão investidos em infraestrutura. Segundo informou a companhia, esses investimentos contribuirão para a melhoria na prestação de serviços e para o crescimento da base de clientes. As informações foram divulgadas em uma proposta do conselho de administração aos acionistas, que será avaliada durante a assembleia geral extraordinária, a ser realizada em 11 de abril, no Rio de Janeiro.